2017-20. Fotografia, impressão sobre papel vegetal e transparência, dimensões variáveis.
Matéria Escorregadia reúne fotografias da minha irmã e cunhado pintando sua futura casa que estava em construção (2018), também um recorte de um poema “Conversa de fim de tarde depois de três anos no exílio“ da escritora Matilde Campillho: “porque você e eu a gente é feito de matéria escorregadia, i.e., manteiga, azeite, geléia e espanto”.​​​​​​​
Desta forma, traço um paralelo entre a materialidade da tinta - que entra na madeira e se espalha, penetra, mancha e nos proporciona a criação de formas e figuras - com a materialidade da memória e dos relacionamentos, que também compartilham das mesmas qualidades da tinta. Por fim, o texto de Campilho entra para completar falando da materialidade da escrita poética.
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